“Morri na Bosch” – Após dez anos de sua demissão, trabalhador sente os efeitos do Assédio Moral na empresa

Acompanhe o depoimento dramático de trabalhador da Bosch que dez anos após sua demissão ainda sente os efeitos do Assédio Moral sofrido na empresa.

Veja na íntegra aqui

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Assédio moral na Bosch Curitiba: Confira mais denúncias de trabalhadores

Continuam a chegar no blog www.assediomoralnabosch.com.br mais denúncias de trabalhadores sobre o assédio que sofrem dentro da fábrica da Bosch, em Curitiba. Uma vergonha.

Todas as denúncias estão sendo encaminhadas para a Justiça do Trabalho e para as organizações internacionais de direitos humanos.

Se você, trabalhador e trabalhadora, sofreu o presenciou casos de assédio moral na Bosch, não fique calado, denuncie! Sua identidade será preservada.

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Trabalhador completa 12 dias acampado em frente à Bosch em protesto por demissão ilegal

Diretor sindical foi demitido como retaliação por ter exigido melhores condições de trabalho. Metalúrgicos continuam a denunciar casos de assédio moral em blog

Resistência: trabalhador continua acampado para lutar contra intransigência da empresa

O protesto do trabalhador Cristiano Pereira, acampado em frente à fábrica da Bosch,  completa 12 dias nesta segunda (23).  O delegado sindical foi demitido de forma ilegal como retaliação após ter cobrado da empresa melhores condições de trabalho e ter denunciado as práticas de assédio moral.

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Líderes sindicais dos Estados Unidos prestam solidariedade a metalúrgico que protesta contra demissão arbitrária na Bosch

Diretores do UAW vão denunciar no exterior as práticas de assédio moral e contra  liberdade de organização que empresa impõe aos trabalhadores

União: Diretores da UAW foram prestar sua solidariedade ao protesto do trabalhador demitido de forma arbitrária

Os diretores do UAW estiveram no sábado (14), à noite, prestando solidariedade ao trabalhador Cristiano Pereira, demitido de forma arbitrária pela Bosch como retaliação por ter cobrado da empresa melhores condições de trabalho. Os americanos visitaram o acampamento que Cristiano mantêm em frente á fábrica como protesto pela atitude da Bosch. A luta é para que ele volte a ser reintegrado.

Durante a visita os americanos ouviram os relatos da situação a que os metalúrgicos da Bosch estão tendo que conviver na fábrica, como a sobrecarga de trabalho, com trabalhadores tendo que operar até 4 máquinas sozinhos, ameaças de demissão, perseguição e prática contra a liberdade de organização, como a pressão da chefia para que os trabalhadores não participem das assembleias do Sindicato a advertências a cipeiros.

UAW vai denunciar Bosch no exterior

Resistência: Trabalhador demitido injustamente permanece acampado em frente a empresa

Durante a visita os diretores da UAW receberam do SMC um dossiê contendo as denuncias de assédio moral que os trabalhadores tem realizado anonimamente através do blog www.assediomoralnabosch.com.br, organizado pelos próprios metalúrgicos da empresa. Dessa forma os, americanos  se comprometeram a denunciar no exterior, tanto para os organismos internacionais de direitos humanos e trabalhistas, como para a própria sede da Bosch, na Alemanha, o que vem acontecendo na fábrica de Curitiba.

“Nós admiramos a coragem e a criatividade deste protesto e faremos tudo que estiver na nossa capacidade para que o Cristiano possa ser reintegrado”, disse  Ray Curry – Diretor da UAW representante dos Estados do SUL e SUDESTE dos EUA.

Moção de repúdio de lideranças sindicais
Os americanos da UAW estiveram no Brasil para participar do Seminário Internacional de Organização Sindical promovido junto com o SMC. Além da troca de experiências de luta, também foram debatidos a cooperação entre os trabalhadores dos dois países em relação ao enfrentamento e resistência em relação às práticas antissindicais orquestradas principalmente pelas multinacionais com vistas ao enfraquecimento da organização dos trabalhadores. O Seminário contou com a participação também de lideranças sindicais de todo o país.

No último dia, os delegados participantes do evento aprovaram uma moção de repúdio contra a diretoria da fabrica da Bosch em Curitiba, se comprometendo a denunciar nas suas bases e cidades as arbitrariedades praticadas pela empresa contra os trabalhadores.

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Sindicato dos Têxteis junto na luta contra assédio moral e práticas antissindicais na Bosch

O Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Têxteis de Curitiba (Sinditextil) também está apoiando  a luta dos metalúrgicos da Bosch. O presidente, do Sinditextil, Romerio Moreira da Silva, esteve hoje na porta de fábrica junto com a companheirada! Valeu pela força Romério !

 

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Metalúrgicos da Bosch fazem protesto hoje contra assédio moral e demissões arbitrárias

Além das ameaças e demissões, trabalhadores também denunciam os ataques sistemáticos da multinacional contra a liberdade de organização.  Protesto acontece às 14h30

Os metalúrgicos da fábrica da Bosch, situada na Cidade Industrial de Curitiba (CIC), vão realizar um protesto nesta quarta-feira (11) contra o assédio moral, demissões arbitrárias da multinacional alemã. Além das ameaças, os trabalhadores também denunciam os ataques sistemáticos que a empresa tem realizado contra a liberdade de organização dos trabalhadores, direito previsto na Constituição Federal. Dentre os ataques estão advertências e demissões arbitrárias de trabalhadores que buscam melhores condições de trabalho. O protesto acontece às 14h30, em frente à fábrica. Paralisação das atividades pode acontecer. Além disso, os trabalhadores ficarão acampados em frente à fábrica.

Demissão e retaliação

No ultimo dia 6 de março, o metalúrgico Cristiano Pereira  foi um dos demitidos. O motivo: retaliação pela sua atuação em defesa de melhores condições de trabalho. Eleito pelos trabalhadores, em maio do ano passado,   para o posto de delegado sindical, Cristiano começou a cobrar da empresa solução para irregularidades encontradas na fábrica. Dentre essas situações estão trabalhadores sobrecarregados  tendo que operar sozinhos e ao mesmo tempo de três a quatro máquinas,  tendo que carregar pesadas peças na mão sem a ajuda ou equipamentos necessários e pressão e ritmo intenso de trabalho, o que coloca em risco a saúde do trabalhador.   Além de demissões, outros trabalhadores, incluindo representantes de Cipa tem recebido, como represália e tentativa de intimidação diversas advertências ou “ganchos” da empresa.

Trabalhadores organizam Blog de denúncias

Para mostrar ao mundo as situações de  assédio que sofrem no dia a dia da fábrica, os metalúrgicos da Bosch retomam o blog de denuncias onde cada trabalhador vítima de assédio moral ou perseguição vai poder deixar anonimamente seu relato. O endereço do blog é http://www.assediomoralnabosch.com.br. O objetivo do blog é coletar depoimentos e enviá-los para toda a grande imprensa, no Brasil e na Europa, para a sede da Bosch na Alemanha e para a Justiça e o Ministério Público do Trabalho, visando exigir providências e soluções para os casos.

 

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Vergonha! Bosch intensifica assédio moral pra cima do trabalhador. Confira algumas das denúncias feitas no últimos dias no blog pelos boscheanos!

antigoboscheanodesiludidopelacovardianabosch.

Enviado em 07/12/2013 as 22:44

O que acontece na Bosch é uma vergonha. O diretor geral é um incompetente e covarde que se esconde atrás de uma gerência incompetente e ultrapassada. Se fala tanto em transparencia na Bosch mas é só falácia, porque transparencia passa longe da Bosch. Esse bonachão do sr. Daniel e sua corja de salteadores estão jogando o nome da empresa no esgoto. Somos motivo de piadas para os funcionários de outras empresas, não existe mais orgulho em falar que se trabalha na Bosch. Estão reduzindo o salário dos operadores e aumentando o salário da liderança, sem falar que sobram líderes na empresa, verdadeiros pesos mortos, que só aumentam os custos e a burrocracia na empresa. Tudo está piorando na Bosch, salários, convênios médico e odontológico, condições de trabalho e até a cesta de natal e os brinquedos são de baixíssima qualidade. Os velhinhos da Alemanha precisam olhar com mais carinho para Curitiba, pois nossa ridícula diretoria está acabando com a empresa. Se a Alemanha fizesse uma auditoria minuciosa na Bosch Curitiba, não sobraria pedra sobre pedra, muito tubarão seria desmascarado e perderia a mamata.

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Operador 1 pra sempre

Enviado em 07/12/2013 as 20:19

Gostaria de pedir por nossa famílias que o smc faça assembléia na bosch. Sei que a proposta é uma bosta, digna dos valores bosch! Mas por outro lado seremos privados de férias, momento que estávamos planejando com a família. Fora que o valor do abono e miserável mas é o que temos!!!! Em janeiro não vamos conseguir algo tão melhor assim! Vamos aprovar essa bosta mesmo, e curtir a época de festas. Dinheiro não é tudo na vida. Não estou defendendo a bosch, mas sim um fim de ano digno. Tenham certeza essa não é só a minha opinião. Obrigado

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ENGANADOS.

Enviado em 07/12/2013 as 1:45 | Em resposta a Marcos.

COMO PODE AGORA? SE OS FUNCIONÁRIOS FAZEM PROTESTOS OU GREVE, VEM A PRESSÃO DOS CHEFES, E SE NÃO TEM NEGOCIAÇÃO ENTRE O SINDICATO E EMPRESWS, PRESSÃO TBM P CIMA DA GENTE, NÃO TEMOS NADA A VER COM ISSO, SOMOS NEUTROS, O NEGOCIO É A EMPRESA SENTAR E APRESENTAR UMA BOA PROPOSTA A ALTURA DOS FUNCIONÁRIOS, E OUTRA, SELEÇÃO DA BOSCH, CADE O INCENTIVO PREMIO PELAS CONQUISTAS NOS ÚLTIMOS 5 ANOS SEU KORIOTCH AOS JOGADORES ( OPERADOR)? E OUTRA SE LEMBRAM BEM NO CANAL DIRETO, UM GERENTE AÍ AFIRMOU QUE SE NÃO HOUVESSEM PARALIZAÇÃO GREVE, OU SEJA SE TRABALHACEMOS OS 30 E TANTOS DIAS, TERÍAMOS SIMA FÉRIAS COLETIVAS, ENFIM, O SENHOR GERENTE FALTOU COM A PALAVRA E COM O RESPEITO AOS FUNCIONÁRIOS, POIS NÃO TEVE PARALIZAÇÃO PROTESTO ALGO PARECIDO, SE ACOISA TA ENROSCADA NA NEGOCIAÇÃO, PELO MENOS A TUA PALAVARA COM O FUNCIONÁRIO DEVERIA SER VERDADEIRA, ESPERO QUE ALGUM CHEFE GERENTE O CARALHO A 4 QUE SEJA, LEIA ESTE COMENTÁRIOAQUI, E LEVE PARA A DIRETORIA….

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malagueta

Enviado em 06/12/2013 as 0:47 | Em resposta a Anônimo.

Agora a moda e o abaixo asssinado promovido pela chefia, para forcar o sindicato a vota
r a proposta da bosch. Ate aonde vai parar esse tipo de ousadia na empresa.

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Criança

Enviado em 05/12/2013 as 0:40

A pressão está demais dentro da Bosch, a ponto dos líderes ameaçarem nosso emprego.
Esses idiotas pedem nossa percepção só que querem ouvir palavras a favor da Bosch,
Mentira então, sem comentários:
Serão canceladas as férias coletivas? Da onde que a empresa vai ficar gerando custo desnecessário? Sem produção ora essa, está me tirando né?
As paradas estão afetando o cliente?
Pare Bosch, não me faça rir!
Se não fechar acordo fora do 5 de dezembro vai afetar a vinda do UI-N para Curitiba?
Conta outra, jamais uma empresa desse porte pisará em falso.
E o problema é que a liderança capacho do diretor repassa essa informação com a maior cara-de-pau! CAMBADA DE INCOMPETENTE!(ESCRAVOS)
Desconfortavelmente um Boscheano que veste a camisa da empresa!

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bradok

Enviado em 04/12/2013 as 22:57

O sindicato tem que denunciar pro ministério publico esse papel com baixo assinado é a prova do assedio moral coletivo, nos últimos 6 dias foram umas 10 reuniões só assediando, falando para pensarmos em nossas famílias e que a decisão que tomarmos terá um impacto no nosso futuro, isso pra mim é ameaça !

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bradok

Enviado em 04/12/2013 as 22:49

Hoje os lideres vieram com um papo de fazermos um baixo assinado pedindo que o sindicato colocasse a proposta da bosch em votação , pediram pra falar que essa ideia não partiu da bosch , sera que isso não é assedio moral !!!!!!!!!!!!!!!!

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Reinald

Enviado em 04/12/2013 as 22:40

Infelizmente é com vergonha e revolta que tenho trabalhado por esses dias. Uma, duas e até três reuniões diariamente para pressionar o chão de fábrica a obrigar o sindicato votar a proposta de decidio da bosch curitiba que já está rejeitada faz tempo!
A bosch tem feito um joguinho sujo e apavorando a cabeça do pessoal dizendo que vai cancelar ferias coletivas e mandar o pessoal embora caso a proposta não seja votada até sexta (06/12/13). Uma empresa nos patamares da bosch não precisa fazer isso. Essa diretoria e gerência atual tem se mostrado cada dia mais incompetente, isso é revoltante. Espero um dia voltar a ter orgulho da empresa que trabalho. Quer saber de uma coisa, DANE-SE férias coletiva, eu quero um aumento, abono e vale mercado dígno.

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laranja

Enviado em 04/12/2013 as 8:47

Bom dia ! Chega fim de ano passa fim de ano é a mesma merda choradeira do inferno agora todo dia tem reunião para nos aprovar esse lixo desta proposta que querem empurrar guela baixo falam q assembleia não valeu eles etão com pressa para aprovar estao falando todo o santo dia q não vai ter mais coletiva ja estamos de saco cheio dessa ladainha greve neles operador trabalhando estressado trabalhando com 3 maquinas e tirar a mesma produção diaria se não tirar é chamado a atenção.

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Rafael

Enviado em 04/12/2013 as 8:27

Vamos a luta pessoal,vamos mandar emails para a Alemanha e mostrar oq está acontecendo aqui,vergonha,pressão,assedio moral entre outros. Vamos resolver esse ano no patronal,caso seja ruim a decisão,ano que vem escolheremos a melhor opção.
Parabéns ao sindicato.

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Saco cheio

Enviado em 04/12/2013 as 2:36

OQUE MAIS ME REVOLTA, É A DESCULPA O PAPO FURADO QUE COLOCAM NAS MÍDIAS , DIZENDO QUE NÃO PODEM COMPROMETER O FUTURO E A COMPETITIVIDADE, CARAMBA SERÁ QUE ACHAM QUE SOMOS TODOS IDIOTAS, PARA ACREDITAR NISSO, ONDE JA SE VIU, SE DER UM AUMENTO IGUAL AS OUTRAS EMPRESAS TANTO AS PEQUENAS E GRANDES, ONDE ISSO AFETARIA NO FUTURO DA BOSCH? CONHEÇO A MAIS DE 10 ANOS O LTI ABEL SILVA DO CT 101, AH UNS ANOS ATRAS, VIVIA FALANDO MAL DA EMPRESA, NUNCA CONSEGUIU PASSAR NUMA DINÂMICA PARA SER LTI, CHEGOU QUASE A PEDIR AS CONTAS, ATÉ QUE DERAM CHANCE A ELE, E AGORA FICA AÍ COM ESSA CONVERSSINHA FIADA… GRAÇAS A DEU HOJE NÃO ESTOU MAIS NESSA EMPRESA DE CORJA DE PILANTRAS… NÃO SEI PQ TANTO CHEFE, CARRÕES PARA OS GERENTES ANDAR P CIMA E PARA BAIXO, E A PEÃOZADA QUE SE DANEM, POIS NÃO PODEM COMPROMETER O FUTURO DA EMPRESA.

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valtilio dante

Enviado em 04/12/2013 as 0:58

É uma vergonha o que está acontecendo ultimamente na Bosch,fico cada dia mais descepicionado com atitudes das lideranças e do pessoal do administrativo que acabam decidindo sempre o que eles querem, fazendo repressões em seus funcionários para votar a favor da empresa, eu trabalho nesta empresa mais de 10 anos estou pensando seriamente em pedir para sair não aguento mais essas negociações onde a bosch só paga o que ela quer , e diz que está sempre em crise . isso para mim é uma vergonha.

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Alguém

Enviado em 03/12/2013 as 21:06

Fui funcionário da bosch por mais de 15 anos e no primeiro semestre fui mandado embora. Em todas as negociações nunca fiquei nas paralisações e entrava na fábrica. No fim de 2012, estava no segundo turno e chegava por volta de meio dia na fábrica (isso pode ser comprovado pelo ponto na portaria e nos canhotos do relógio, pois batia o cartão quando entrava e tenho o canhoto).
Quando estava no primeiro turno, (cheguei a entrar pelo clube, pela ETE, pela portaria dos pallets, portaria 5 ou 6) por volta das 3:30 da manhã e saía as 17:00hs. Prá que? Estou desempregado até agora.
E ainda quando entrava nas greves tinha que ouvir algo do tipo:
“esse sindicato é muito burro, se eles não deixam a gente entrar nós damos um jeito.”
“o pessoal da produção é cagão, eles vão aceitar a proposta da empresa.”
“Prá que tá aqui dentro (leia-se area de apoio e aADM) tem que torcer prá produça rejeitar todas as propostas”
Eu mesmo já vi ADM que votou a favor da empresa e quando a produção reprovou saiu vibrando.
O ADM só cumpre ordens da diretoria fascista da bosch mas torce para que a produção faça revolução. O ADM também é muito medroso e não ajuda nem apoia.
E vocês do sindicato, tem que ser mais espertos. Durante a madrugada o pessoal entra porque não tem ninguém nas portarias, e isso se repete na hora do almoço e após as 18 horas. E mais tem que pegar mais pesado com os capas pretas, em especial com os chefes. Bando de chupins esurpadores. É muita pressão por conta do décimo quarto deles.
Me arrependo de não ter brigado quando tive oportunidade.
Acorde boscheano, não ceda a pressão e lute por um amanhã melhor.
Eu furava greve e votava a favor da empresa, o que houve? Estou há quase 10 meses desempregado.
LUTE.

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jovem do crin

Enviado em 03/12/2013 as 20:24

Lider adriano courelli,liga p os funcionarios ameaçando p irem votar ou tera retalhaçao,muitas ameças p fazer horas extras,e p aumento intao,nem se fala…..é um tremendo de um vagabundo q abusa do poder de liderança

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HUMILHADO

Enviado em 03/12/2013 as 16:11

TODO DIA A MESMA COISA….O LIDER CHEGA E HUMILHA O PESSOAL….NAO ESTOU AGUENTANDO MAIS. MAIS O QUE VOU FAZER????? SOU UNICO QUE ESTA REVOLTADO??? QUEM DEVO PROCURAR????

 

 

 

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Protestos contra a hora extra abusiva continuam na Bosch

Coragem! Mais uma vez, no sábado (24), os boscheanos não compareceram na empresa em protesto contra o excesso de horas extras!  Protestos vão continuar até a  Bosch passar a respeitar os trabalhadores!

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Confira matéria do jornal Tribuna do Paraná, veiculado neste sábado (06), sobre a luta dos trabalhadores contra a hora extra abusiva

Matéria saiu na edição da Tribuna do Paraná, do último sábado, dia 06/07

Abuso de horas extras por parte das empresas é uma das principais reclamações dos sindicatos dos trabalhadores. Os órgãos denunciam que a prática se tornou corriqueira principalmente entre as metalúrgicas e montadoras, causando danos à produtividade e à saúde de seus funcionários. A acusação, no entanto, é contestada pelas entidades patronais.
Nos casos mais extremos, os trabalhadores são orientados a trabalhar duas horas extras permitidas diariamente durante a semana e mais seis horas aos sábados. Em algumas situações o trabalho aos sábados acontece por todo o mês, sem fins de semanas intercalados. De acordo com a Força Sindical, cerca de 70% dos 60 mil trabalhadores de Curitiba e região passam por estas situações.

“Quando é esporádico não tem problema, mas está se tornando demanda corriqueira, de segunda a segunda, por meses consecutivos. As empresas estão com demanda maior e jogam para os fornecedores atenderem de qualquer jeito”, critica o presidente da entidade no Paraná, Nelson Silva de Souza. No sábado passado a organização mobilizou 13 empresas da Cidade Industrial de Curitiba (CIC) e deve seguir com a ação nos próximos dias.

Autuações
Segundo o superintendente regional do Trabalho e Emprego, Neivo Beraldin, em 2012 foram autuados 818 casos de trabalhadores que excederam as duas horas diárias permitidas por lei. “Na jornada de trabalho é comprovado que os acidentes de trabalho acontecem justamente quando os trabalhadores ultrapassam este limite de carga horária”.
Apesar de representar maior salário no final do mês, a hora extra não é considerada opção mais adequada para atender as demandas de produção.O presidente da Força Sindical no Paraná afirma que o ideal seria investir em contratações e no aumento dos salários.“Temos que lutar por salários melhores e na qualificação, mas acontece o contrário: as empresas reduzem o quadro de funcionários e aumentam a carga de trabalho”, diz Souza.

Empregadores negam acusações de abusos
As entidades patronais rebatem as acusações de abuso de horas extras. O presidente do Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico do Estado do Paraná (Sindimetal), Alcino de Andrade Tigrinho, afirma que a reclamação dos trabalhadores “não é a verdade absoluta”, pois de acordo com ele, são poucas as empresas que aderem às horas extras. Ele diz que isto acontece para atender demandas pontais, porque a produção é flutuante e os custos para novas contratações são elevados.
“O regime de horas extras é bom para o funcionário e à empresa durante período curto. No primeiro momento tem boa produtividade, em seguida já começa a cair até que fica exausto. É um tiro no pé”, avalia. Ele estima que entre 20% e 25% das empresas optam pelas horas a mais na jornada de trabalho.

O vice-presidente da Fiep-PR, Carlos Walter Martins Pedro, reforça a colocação e afirma que o quadro não é observado em todo o Estado. Ele afirma que não tem identificado a prática excessiva no Paraná.

Produção
“Conforme as últimas informações do IBGE, a produção industrial caiu significativamente, o que prova a desaceleração da economia e, consequentemente, da produção industrial”, disse.Porém, dados divulgados ontem pelo IBGE apontam que o Paraná foi um dos cinco dos 14 locais pesquisados a registrar expansão na produção industrial em maio: 4,7% em relação ao mesmo mês de 2012, impulsionado pelas altas de 16,1% na indústria automotiva e de 33,2% no setor gráfico.

Aumentam os afastamentos
No primeiro trimestre deste ano a Força Sindical foi notificada do afastamento de 215 trabalhadores com problemas decorrentes do ambiente de trabalho. O número chega próximo à marca de todo o ano passado, quando 256 trabalhadores se envolveram em acidentes ou desenvolveram alguma doença laboral. Diagnósticos de lesão por esforço repetitivo e estresse são os mais comuns.

“Longas jornadas de trabalho, em especial, com alta carga de demanda física ou mental, trazem efeitos à saúde, principalmente quando associados à ausência de tempo suficiente para a recuperação do trabalhador ou para período adequado de sono repousante”, destaca a diretora de divulgação da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (Anamt), Márcia Bandini.

Distúrbios
Ela explica que as atividades com grande demanda física, por exemplo, podem causar distúrbios osteomusculares. E a exigência de maior carga mental acarreta sintomas como cansaço, dificuldade de concentração e ansiedade, que podem se agravar causando distúrbios do sono, alimentares, de humor, depressão ou doenças como distúrbios digestivos, cardiovasculares e imunológicos.

Márcia orienta a necessidade de buscar equilíbrio entre a vida pessoal e profissional e destaca a adoção de hábitos saudáveis para garantir a qualidade de vida.“Longas jornadas de trabalho são contraproducentes em longo prazo e afetam a vida social dos trabalhadores que não têm tempo para si ou para a família”, observa.

Denúncia de assédio moral
No meio do debate entre representante dos trabalhadores e empregadores, alguns funcionários incorporaram as horas extras às suas rotinas. Eles contam que a situação afeta suas vidas pessoais e profissionais, porque se dizem obrigados a trabalhar a mais.“Estamos no limite do limite. O maior problema é que tem pressão para vir trabalhar, um assédio moral. Fica claro que se você não trabalhar a mais tem outro no seu lugar, fazendo o que você não quis fazer”, relata um funcionário da área de metalurgia que preferiu não se identificar. Aos 46 anos de idade e há 23 em uma grande empresa de Curitiba, ele diz que vem fazendo horas extras desde o começo do ano. Sua jornada atual é de 10 horas de trabalho diárias durante a semana mais seis aos sábados.As horas extras rendem cerca de 30% a mais no salário, dinheiro investido em equipamentos domésticos, como máquina de lavar e aparelho de televisão. Ainda assim diz que tem consciência que a renda não será permanente.“A gente muda o estilo de gastar. Já fiz contas que passam do final do ano, mas daqui a pouco isso acaba e terei problemas para administrar meu orçamento, que já está comprometido”, constata.

Desgaste
Para outro trabalhador, que atua na área de montagem, o principal reflexo das horas a mais de trabalho é o estresse e o cansaço físico. Aos 26 anos, ele trabalha em pé e desde que aumentou o ritmo de produção, há três meses, conta que sentiu em casa os efeitos do desgaste.“Estou com insônia, tomo remédio para dormir e calmantes. Percebo que meu corpo está muito dolorido. Tenho filha pequena, mas percebo que estou me afastando da minha família”, reclama.

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Trabalhadores fazem protesto na CIC contra a hora extra abusiva neste sábado (29)

Movimento contra o excesso de horas extras, liderado pela Força Sindical do Paraná, terá a participação de milhares de trabalhadores em ato na Cidade Industrial de Curitiba (CIC). Tem empresa em que a carga horária semanal é de 56 horas

A Força Sindical do Paraná realiza neste sábado (29) uma grande manifestação em protesto contra o excesso de horas extras que tem sido impostas aos trabalhadores de várias empresas da Grande Curitiba. Milhares de trabalhadores e trabalhadoras de diferentes categorias, que integram o movimento contra a hora extra abusiva, estarão percorrendo as principais ruas e empresas da Cidade Industrial de Curitiba (CIC) para denunciar a carga horária excessiva no trabalho.

“Estamos fazendo esse movimento para denunciar a situação que muitos trabalhadores estão passando em algumas empresas aqui da Grande Curitiba. O excesso de trabalho em uma linha de produção é um risco para a saúde física e mental do trabalhador. Esse protesto é um grito para que as autoridades competentes tomem uma posição antes que tenhamos um exército de doentes por excesso de trabalho”, alerta o presidente da Força Sindical do Paraná, Nelson Silva de Souza, o Nelsão da Força.

Metalúrgicos da Bosch: carga horária chega até 56 horas semanais

Um dos maiores exemplos de imposição de horas extras abusivas ao trabalhadores acontece na fábrica da Bosch, localizada na Cidade Industrial de Curitiba (CIC). A carga horária normal de trabalho na empresa é de 40 horas semanais (8 horas diárias de segunda a sexta-feira). Porém, nos últimos três meses, há casos de trabalhadores que são obrigados a fazer 10 horas diárias durante a semana. Além disso, todos os metalúrgicos da empresa estão trabalhando mais 6 horas quase todos os sábados. Somadas todas as horas, a casos de trabalhadores em que a carga horária semanal de trabalho está chegando a abomináveis 56 horas.

Números assustadores

Somente o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba atendeu este ano 215 trabalhadores que apresentaram algum problema decorrente do ambiente de trabalho, como acidentes ou o desenvolvimento de alguma doença laboral. O número é assustador porque é quase o mesmo número de trabalhadores que apresentaram algum problema durante todo o ano de 2012: 256. Lembrando que esses números referem-se a trabalhadores que procuraram o Sindicato, ou seja, o número de trabalhadores lesionados pode ser ainda maior, principalmente nas montadoras.

Ritmo excessivo de trabalho = LER/DORT, depressão e estresse

Para o doutor Zuher Handar, presidente da Associação Nacional da Medicina do Trabalho, a exposição do trabalhador a um ritmo incessante de trabalho pode acarretar sérios problemas físicos, como a LER/DORT, e psicológicos, como o estresse e a depressão: “O atual processo de reestruturação das linhas de produção que as empresas tem implantado em suas fábricas, visando a aumentar a produtividade e o lucro, também recai sobre o trabalhador. Expostos a um ritmo incessante e prolongado de trabalho, sem tempo para o descanso e para o lazer, o trabalhador fica sujeito a acidentes e ao desenvolvimento de doenças como a LER/DORT, ao estresse e a depressão”, diz o doutor.

Para Sérgio Butka, presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, uma das entidades apoiadoras do movimento, é preciso que as empresas entendam que a questão financeira não é a única preocupação do trabalhador:

“O que adianta o trabalhador ter uma compensação financeira pondo em risco a sua vida? Neste ritmo incessante de trabalho, ele pode até ter um acréscimo em seus vencimento no final do mês, porém, sob o risco de sofrer um acidente ou desenvolver uma doença para o resto da vida. É isso que as empresas tem que entender! Onde está a preocupação com a prevenção e a saúde e segurança do trabalhador?”, questiona Sérgio.

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